Com ou Sem Currículo?

Há cerca de 2 anos começou uma revolução, em nível mundial, questionando a real necessidade de se ter um Currículo nos padrões tradicionais (aquele documento de texto) para ser enviado ou distribuído às empresas e recrutadores em geral.

Esse modelo tradicional, e antigo, chama-se “Recrutamento e Seleção 1.0”. Funcionou por muito tempo, tempo esse no qual não se tinha um mundo totalmente comunicativo, interligado e conectado como se tem hoje.

Antigamente você elaborava seu currículo com ajuda (ou não) de um amigo ou especialista e se dedicava a distribuí-lo com a expectativa de, em algum momento, ser chamado para uma conversa ou dinâmica de grupo.

O problema é que na grande maioria das vezes gastava-se tempo e dinheiro nessa tarefa operacional e chata e não se tinha qualquer garantia de retorno sobre seu envio, mesmo que retorno negativo do tipo “obrigado pelo seu currículo, mas no momento identificamos que seu perfil não é compatível com a oportunidade”. Ficávamos a “ver navios”.

Ocorre que, com o rápido crescimento e adoção de tecnologias (smartphones por exemplo) que identificam facilmente padrões e características comuns entre “2 pontos finais” (uma vaga e um candidato, por exemplo) o modelo antigo de currículo impresso ou por e-mail está indo totalmente por água abaixo.

A tecnologia facilita o trabalho das 2 pontas: economiza tempo para as empresas ao já selecionar automaticamente os perfis mais compatíveis com uma vaga e economiza dinheiro para o candidato que, já está desempregado e guardando todas suas economias, não precisa gastar com impressões e conduções para distribuir o CV em diversos locais.

Essa metodologia automática e otimizada se chama “Recrutamento e Seleção 2.0”.

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