O colaborador certo

Um ótimo ambiente de trabalho começa pela contratação do colaborador “certo”, ou seja, aquele que vai além das competências técnicas para a realização do trabalho, aquele que acima de tudo combina e pactua com a cultura da empresa, ou com o perfil do gestor, ou até mesmo do dono.
“Missões, Visões e Valores” escritos com muito cuidado e reflexão são sempre importantes, mas nada adianta contratar um jogador de futebol para uma partida de basquete. Simplesmente não terá uma relação harmoniosa, e não por culpa de um ou de outro, mas sim porque as funções e comportamentos não são compatíveis.
Historicamente, todo um cuidado mínimo durante os processos seletivos sempre foi caro e manual. Desde a publicação de uma vaga em um portal, passando pelas infinitas e trabalhosas triagens visuais de currículos, testes diversos, dinâmicas, série de entrevistas até o “você está contratado” o processo seletivo demanda tempo, pessoas e dinheiro, para (após a contratação) perceber já na 2ª semana que o que você apostou de fato não é o que você comprou. Aí surge a etapa do “vou dar mais tempo a ele (a)” que, em 80% dos casos, não passa de um empurrão para que o tempo termine de fazer o trabalho do esgotamento até que um dos 2 lados ceda e culmine com uma rescisão do contrato de trabalho. Triste, para ambos os lados.
O que fazer? Re-start.
O que fazer diferente? Nada. O processo está certo. O que falta, agora, são novas tecnologias que ainda estão longe de resolver por definitivo os resultados traumáticos, mas por outro lado conseguem ser muito mais assertivas, mapeando diversos comportamentos e técnicas de forma simples e eletrônica, a um custo de menos de 5% dos valores desembolsados com todo o processo original.
«
»

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *